O teatromosca tem novo website... Visite-nos!
http://teatromosca.weebly.com/
quarta-feira, 17 de junho de 2015
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
ESTREIA | O Som e a Fúria
ESTREIA
«O
SOM E A FÚRIA»
a partir do romance homónimo de William Faulkner
com direção artística de Pedro Alves
adaptação de Alexandre Sarrazola
interpretação de Filipe Araújo, João Cabral e Ruben Chama
12 e 13 dezembro | às 21h
no Auditório António Silva [Cacém]
a partir do romance homónimo de William Faulkner
com direção artística de Pedro Alves
adaptação de Alexandre Sarrazola
interpretação de Filipe Araújo, João Cabral e Ruben Chama
12 e 13 dezembro | às 21h
no Auditório António Silva [Cacém]
Dilsey ia calada, sem
um trejeito,
deixando as
lágrimas
seguirem o seu
curso cavado e
sinuoso,
caminhando de
cabeça
levantada, sem
qualquer
esforço sequer
para as limpar
– vi o começo
e o fim,
disse, vi o
começo e agora
vejo o fim.
«O Som e a Fúria», Wiliiam Faulkner
«O Som e a Fúria», Wiliiam Faulkner
«O Som e a Fúria» é
o segundo
espectáculo de
uma trilogia
que o teatromosca
dedica à
literatura
americana (em
2013
apresentou
«Moby Dick» de
Herman
Melville e em
2015 será a
vez de
«Meridiano de
Sangue» de
Cormac
McCarthy).
A partir do romance homónimo de William Faulkner (Prémio Nobel da Literatura em 1949), adaptado por Alexandre Sarrazola, «O Som e a Fúria» desfia, através de Benjy (Ruben Chama), Quentin (Filipe Araújo) e Jason (João Cabral), a ruína da família Compson, antigos aristocratas do sul dos Estados Unidos. Cada um deles centra a sua narração na relação (verdadeira ou imaginada) com Caddy, a única filha da família. E é esta viagem pela verdade de cada um dos irmãos, isolados, presos no passado, que nos dá conta da desintegração da família e da sua reputação.
O desafio de trazer à cena este romance passa por trabalhar um texto em que a história não evolui de forma tradicional, em que parece não haver futuro e o presente é sempre um acontecimento passado. E é precisamente esta noção de Tempo que Pedro Alves explora nesta passagem para teatro do romance de William Faulkner.
O espetáculo é uma coprodução com o Quorum Ballet, o Theatro Circo de Braga, o Arte Institute de Nova Iorque e a Embaixada dos EUA, com o financiamento do Governo de Portugal – Secretário de Estado da Cultura/Direção-Geral das Artes, e conta ainda com as interpretações do músico Ruben Jacinto e das bailarinas Catarina Correia, Inês Pedruco e Margarida Costa.
A partir do romance homónimo de William Faulkner (Prémio Nobel da Literatura em 1949), adaptado por Alexandre Sarrazola, «O Som e a Fúria» desfia, através de Benjy (Ruben Chama), Quentin (Filipe Araújo) e Jason (João Cabral), a ruína da família Compson, antigos aristocratas do sul dos Estados Unidos. Cada um deles centra a sua narração na relação (verdadeira ou imaginada) com Caddy, a única filha da família. E é esta viagem pela verdade de cada um dos irmãos, isolados, presos no passado, que nos dá conta da desintegração da família e da sua reputação.
O desafio de trazer à cena este romance passa por trabalhar um texto em que a história não evolui de forma tradicional, em que parece não haver futuro e o presente é sempre um acontecimento passado. E é precisamente esta noção de Tempo que Pedro Alves explora nesta passagem para teatro do romance de William Faulkner.
O espetáculo é uma coprodução com o Quorum Ballet, o Theatro Circo de Braga, o Arte Institute de Nova Iorque e a Embaixada dos EUA, com o financiamento do Governo de Portugal – Secretário de Estado da Cultura/Direção-Geral das Artes, e conta ainda com as interpretações do músico Ruben Jacinto e das bailarinas Catarina Correia, Inês Pedruco e Margarida Costa.
12 e 13 dezembro |
21h
Auditório Municipal António Silva [CACÉM]
Rua Coração de Maria, 1 - Shopping do Cacém 2735-470 Agualva-Cacém
Preço | 5 € (preço único)
Auditório Municipal António Silva [CACÉM]
Rua Coração de Maria, 1 - Shopping do Cacém 2735-470 Agualva-Cacém
Preço | 5 € (preço único)
FICHA
ARTÍSTICA E
TÉCNICA
Texto|William Faulkner Direção artística|Pedro Alves Adaptação|Alexandre Sarrazola Direção de movimento|Daniel Cardoso Interpretação|Filipe Araújo, João Cabral e Ruben Chama (atores), Catarina Correia, Margarida Costa e Inês Pedruco (bailarinas) e Ruben Jacinto (músico) Assistência de direção|Mário Trigo e Maria Carneiro Cenografia|Pedro Silva Figurinos|Carlos Coxo Design gráfico|Alex Gozblau Direcção técnica|Carlos Arroja Vídeo|Ricardo Reis Fotografia|Catarina Lobo Assessoria de imprensa e gestão|Joaquim René Produção|teatromosca Coprodução|Quorum Ballet, Theatro Circo de Braga, Arte Institute (NY) e Embaixada dos EUA Parcerias|Festival Les Eurotopiques, Biblioteca da Faculdade de Letras da UL, Biblioteca da Faculdade de Letras da UP, Biblioteca Universidade de Aveiro, Teatro Meridional, Câmara dos Ofícios, Teatro Experimental de Cascais, Chão de Oliva e Teatro Art’Imagem/Festival Fazer a Festa Financiamento| Governo de Portugal | Secretário de Estado da Cultura - DGArtes Apoios|Câmara Municipal de Sintra, 5àSEC, Junta de Freguesia de Agualva - Mira Sintra, Instituto do Emprego e da Formação Profissional, Fundação GDA, Teatro Nacional D. Maria II e Artistas Unidos Media partners|Saloia Tv, Jornal Hardmusica, Gerador e Correio de Sintra
Texto|William Faulkner Direção artística|Pedro Alves Adaptação|Alexandre Sarrazola Direção de movimento|Daniel Cardoso Interpretação|Filipe Araújo, João Cabral e Ruben Chama (atores), Catarina Correia, Margarida Costa e Inês Pedruco (bailarinas) e Ruben Jacinto (músico) Assistência de direção|Mário Trigo e Maria Carneiro Cenografia|Pedro Silva Figurinos|Carlos Coxo Design gráfico|Alex Gozblau Direcção técnica|Carlos Arroja Vídeo|Ricardo Reis Fotografia|Catarina Lobo Assessoria de imprensa e gestão|Joaquim René Produção|teatromosca Coprodução|Quorum Ballet, Theatro Circo de Braga, Arte Institute (NY) e Embaixada dos EUA Parcerias|Festival Les Eurotopiques, Biblioteca da Faculdade de Letras da UL, Biblioteca da Faculdade de Letras da UP, Biblioteca Universidade de Aveiro, Teatro Meridional, Câmara dos Ofícios, Teatro Experimental de Cascais, Chão de Oliva e Teatro Art’Imagem/Festival Fazer a Festa Financiamento| Governo de Portugal | Secretário de Estado da Cultura - DGArtes Apoios|Câmara Municipal de Sintra, 5àSEC, Junta de Freguesia de Agualva - Mira Sintra, Instituto do Emprego e da Formação Profissional, Fundação GDA, Teatro Nacional D. Maria II e Artistas Unidos Media partners|Saloia Tv, Jornal Hardmusica, Gerador e Correio de Sintra
INFORMAÇÕES E RESERVAS
email|teatromosca@gmail.com
telefones|91 461 69 49 | 96 340 32 55
email|teatromosca@gmail.com
telefones|91 461 69 49 | 96 340 32 55
______________________
teatromosca is already working on the final version of
the theatrical
adaptation of
William
Faulkner’s
‘The Sound and
the Fury’,
after the
presentation
of an enacted
reading in Les
Eurotopiques
Festival in
Lille in May.
The show will
première in
Sintra in
December....
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
«Moby-Dick» em cena em Cascais
Nos próximos dias 24 e 25 de janeiro, sexta e sábado, estaremos no Teatro Mirita Casimiro, em Cascais, em parceria com o Teatro Experimental de Cascais, para apresentar aquele que foi considerado pelo semanário Expresso como um dos dez melhores espetáculos teatrais de 2013 em Portugal.
«Moby-Dick», a partir do romance homónimo de Herman Melville, adaptado por Tiago Patrício, com direção artística de Pedro Alves e interpretação de Pedro Mendes (ator) e Ruben Jacinto (músico), é o primeiro espetáculo de uma trilogia que o teatromosca dedicará até final de 2015 a grandes romances norte-americanos.
Informações e reservas: teatromosca@gmail.com | 914616949 ou 963403255
Fotos de Nuno Gomes
sábado, 19 de janeiro de 2013
«A Paixão do Jovem Werther», no Expresso de hoje
O nosso Werther, que estrearemos muito em breve (24 de janeiro) na Casa de Teatro de Sintra, teve hoje direito a um artigo no semanário Expresso. Leiam o artigo do João Carneiro e venham visitar-nos na Casa de Teatro de Sintra, até 3 de fevereiro, sempre às 21.30h, de quinta a domingo. «A Paixão do Jovem Werther», a partir do romance homónimo de Goethe, foi adaptado por Tiago Patrício e tem direção artística de Mário Trigo. A interpretação está a cargo de Pedro Alves, Filipe Araújo, Yolanda Santos e Mário Trigo. Venham e divulguem!
sábado, 20 de outubro de 2012
teatromosca celebra 13.º aniversário
Em 1999, os atores Paulo Campos
dos Reis e Pedro Alves, e o técnico de luz e som Paulo Cacheiro, com o apoio da
Ana Pinto e do Fernando Cunha, criaram uma companhia de teatro na cidade de
Agualva-Cacém, inserida na Associação Juvenil Rostos Cobertos. Em outubro desse
ano, estreava a primeira produção do teatromosca, na Fábrica da Pólvora de
Barcarena, a partir de um texto do ator e escritor norte-americano Eric
Bogosian. Três anos mais tarde, no dia 22 de outubro, nasceria a Associação
Cultural teatromosca, cujos membros fundadores foram Paulo Campos dos Reis,
Pedro Alves, Sérgio Moura Afonso, Francisco Luís Parreira, João Miguel
Rodrigues, Carlos Arroja, Paulo Cunha e Paulo Cintrão.
Ao longo destes 13 anos de
atividade, foram muitos aqueles que colaboraram com o teatromosca: Paulo Campos
dos Reis, Pedro Alves, Paulo Cacheiro, Sérgio Santos, Paulo Cintrão, Ana Pinto,
Fernando Cunha, Álvaro Figueiredo, Alexandre Agostinho, Ana Bernardino, Carlos
Rodrigues, Tânia Oliveira, Jaime Rocha, Clara Marchana, Carla Sampaio, John
Berger, Sérgio Moura Afonso, Carla Guerreiro, João Miguel Rodrigues, Bárbara
Santos, Teatro TapaFuros, Carlos Arroja, Paulo Cunha, Carlos Coxo, Adélia
Canelas, Jean Mohr, António Rodrigues, Marco Martin, Sónia Tobias, Francisco
Luís Parreira, Heitor Fonseca, Alex Gozblau, Emanuel Arada, Patrícia Galiano
Abreu, Cristina do Aido, Suzana Branco, Sara Duarte, Carla Galvão, Pedro
Lacerda, Margarida Miranda, Inês Rosado, Miguel Telmo, Ana Direito, Isabel
Peres, António Rodrigues, Ubiquidade, Carlos Carmo, Luís Amarelo, Ana Músico,
Maria Gil, Pedro Mendes, Rute Lizardo, João Mais, CAPa, Casa Conveniente,
Samuel Saraiva, Samuel Matias, Sandra Nunes, Diogo Bento, Sara de Castro, Tiago
Barbosa, Marco Batista, Marina Hasselberg, Pedro Paiva, Pedro Silva, Catarina
Varatojo, Rita Andrade, Diogo Dória, Miguel Real, Filomena Oliveira, David
Martins, Ana Amorim, Joana Brandão, Ana Cristina Câmara, Ruben Chama, Samuel
Filipe, Mariana Iannucci, Yolanda Santos, Eric Vinicius, Ruben Tiago, Jorge
Rivotti, Nuno Bernardo, Maria Belo Costa, Francisca Gouveia, Catarina Raposo,
Filipa Silvestre, João Ulrich, Marlene de Freitas, Daniel Cardoso, Bruno
Oliveira, Miguel Simões, Inês Lucas, Filipe Pinheiro, Guilherme Noronha, Vera
Fontes, Rita Rodrigues, José Pedro Manso, Diana Alves, Filipe Araújo, Susana
Gaspar, Mário Trigo, Elisa Evangelista, Tânia Guerreiro, Pedro Manuel, Ana Rita
Trindade, Sérgio Milhano, Maria João Sequeira, Fernando Sousa, Manuel Bastos,
Paulo Moura Lopes, Pedro Almeida, Luciano Amarelo, Samuel Alves, Ana Gil, Elsa
Martinho, Joana Craveiro, Justina Jonusaite, Sigita Skirkaite, Daniel Alves,
Miguel Horta, Suzana Branco, José Barros, Galissá, Tiago Patrício, Viviane
Ascenção, Pedro Marques, Jorge Palinhos, Alexandre Sarrazola, Hajime Fujita,
Ruben Jacinto, João Vicente, Irina Tuvalkina, Sérgio Santos, Ricardo Pereira,
Marisa Pereira, Projeto Criar Afetos (J. F. Rio de Mouro) e Rafael Galhardas…
Foram mais de 25 projetos, um
total de 59 produções, em centenas de apresentações com milhares de
espetadores. E, nos tempos que correm, o melhor que podemos dizer é:
"Vamos continuar"...
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Um 2012 ainda melhor, por favor...
Fechamos 2011, ano em que produzimos os dois últimos espectáculos da trilogia "dos seus trabalhos", a partir de textos de John Berger, em que estreámos os dois últimos "Retratinhos" (Ferreira de Castro e Joana d'Arc), em que apresentámos uma leitura encenada no Teatro Nacional D. Maria II, em que publicámos "Checoslováquia", texto original de Tiago Patrício (Menção Honrosa – Prémio de Dramaturgia Luso-Brasileiro António José da Silva 2011), edição inaugural da moscaMORTA, iniciamos o projecto GOETHE, dedicado à vida e obra do escritor alemão... e fechamos com chave de ouro, ao ver o nosso trabalho reconhecido no semanário Expresso. Não sabemos como será em 2012, mas será, certamente, diferente. Mas não será o fim! Vamos voltar a importunar muita gente e a pousar em muita merda nova. Não nos vão conseguir esborrachar!
Bom ano!!!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
"Tróia", a partir de textos de John Berger - ESTREIA
ESTREAMOS HOJE, no Centro Cultural Malaposta!!!
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
JOHN BERGER | autor dos textos para "EUROPA"
John Berger nasceu em Londres em 1926. As marcas da guerra no futuro incerto do seu pai, o radicalismo político da mãe e a dureza da escolaridade britânica, fariam dele anarquista aos quinze anos, desertor do preparatório de Oxford aos dezasseis e aluno rebelde, mais tarde, na Escola Central de Belas Artes. “No meio dos escombros dos bombardeamentos e das sirenes de alarmes de ataques aéreos, perseguia-me uma única ideia: queria desenhar mulheres nuas. Todo o dia", escreve num ensaio. Depois do fim da guerra, a fé Marxista (que nunca a filiação partidária), outra escola de arte - desta vez em Chelsea, com professores como Henry Moore - e o primeiro ofício, com uma coluna semanal de crítica de arte no New Statesman e no Tribune, editado por George Orwell. Depois seguiu-se uma mescla de crítica, ficção e política: o escândalo do seu primeiro romance, «A Paintor Of Our Time», duramente criticado pela sua aparente simpatia com a Hungria pró soviética; o êxito inesperado do seu ensaio «Modos de Ver» (editado em Portugal pelas Edições70); o Booker Prize pelo seu romance «G», com o prémio doado, em parte, ao movimento Panteras Negras; o seu exílio definitivo no continente, numa comunidade de camponeses nos Alpes franceses e a sua actual dupla vida pendular, dividida entre um subúrbio parisiense durante o Inverno e a povoação alpina no Verão. Afastado, por decisão própria, da casa familiar, instituições escolares, da vida académica, da comunidade literária e da pátria, John Berger é um exilado reincidente e voluntário. A sua inadequação natural aos limites da própria cultura, dos credos religiosos e dos dogmas partidários deriva em intensidade e corresponde-se com um diletantismo deliberado entre o ensaio, a ficção, o desenho, o cinema, a poesia, o drama, como se também na arte, na tensão entre a imaginação e a razão, imagem ou palavra, buscasse um território mais livre. Escreveu, entre outras obras, «Art And Revolution»; «The Sucess And Failure of Picasso»; «To The Wedding: A Novel»; «A Fortunate Man: The Story of a Country Doctor»; a trilogia «Into Their Labours»; «King – A Street Story»; «E os Nossos Rostos, Meu Amor, Fugazes como Fotografias» (editado em Portugal pela Quasi Edições); «Aqui nos Encontramos» e «De A para X» (editados pela Civilização); peças de teatro («The Vertical Line», com o Theatre de Complicité); o argumentos para filmes de Alain Tanner («Jonas Que no Ano 2000 Terá 25 Anos»; «A Salamandra»); colaborou ainda com a companhia de dança Mal Pelo («Testimoni de llops»; «He Visto Caballos»), da Catalunha. Em 2002, esteve em Portugal, a convite do teatromosca, para a estreia do espectáculo «Dog Art», a partir de «King – A Street Story»."EUROPA" || estreia hoje às 21.30h
O teatromosca estreia hoje, às 21.30h, na Casa de Teatro de Sintra, a sua mais recente produção, "EUROPA", segundo espectáculo da trilogia teatral "dos seus trabalhos", a partir da obra de John Berger, com direcção artística de Pedro Alves. O espectáculo, que conta com a interpretação de Pedro Almeida, Samuel Alves, Ana Gil, João Miguel Rodrigues e doze elementos do Projecto Criar Afectos (da freguesia de Rio de Mouro), estará em cena, na Casa de Teatro de Sintra (Rua Veiga da Cunha, nº 20, em Sintra), até dia 25 de Junho, de 5ª a sábado.
Ficam aqui algumas fotos deste novo espectáculo, por Ricardo Pereira...
Ficam aqui algumas fotos deste novo espectáculo, por Ricardo Pereira...



quinta-feira, 9 de junho de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Procuramos Actores/ Actrizes
Procuramos actores (m/f), entre os 23 e os 35 anos, para integrar a companhia 1 espectáculo com estreia em Junho (ensaios em Abril e Maio) e outro em Outubro (ensaios em Setembro e Outubro) os interessados devem enviar CV, com fotos, para teatromosca@gmail.com
quinta-feira, 3 de março de 2011
Ciclo de debates | teatromosca 2011
Aceitam-se teses/ dissertações/ artigos/ comentários/ apresentações, originais, em formato de texto escrito (10.000 caracteres, no máximo)/ em formato vídeo/ áudio (10 minutos, no máximo), no âmbito do ciclo de debates que o teatromosca começou a organizar em 2010 e que terá continuidade este ano.
Pretende-se criar um fórum, utilizando a internet como veículo privilegiado, aberto a toda a comunidade, que promova a troca e discussão crítica de ideias sobre o papel das artes na sociedade do século XXI, fazendo uma reflexão sobre o comportamento criativo face às condições impostas pela nova paisagem expressiva contemporânea.
Pretende-se criar um fórum, utilizando a internet como veículo privilegiado, aberto a toda a comunidade, que promova a troca e discussão crítica de ideias sobre o papel das artes na sociedade do século XXI, fazendo uma reflexão sobre o comportamento criativo face às condições impostas pela nova paisagem expressiva contemporânea.
Assim, atendendo à linha programática traçada pela companhia para a temporada de 2011, abordaremos quatro temas neste ciclo de debates. Os documentos deverão ser assinados e enviados por email para teatromosca@gmail.com ou disponibilizados na internet (e o link deverá ser enviado por email).
Os temas para os artigos são os seguintes:
[ABRIL] Teatro e Revolução;
[JUNHO] Arquivo e Memória no Teatro Contemporâneo;
[SETEMBRO] Representações da Cidade;
[NOVEMBRO] Teatro e Romantismo.
Os documentos serão analisados e, depois de seleccionados, serão publicados no blog do teatromosca. Não serão reproduzidos sem autorização prévia dos autores.
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